Não o relatório do mês passado. O dia inteiro à vista, medido por quem está na sala, com cada indicador mostrando de onde veio.
Simulação com dados fictícios — não são de hospital nenhum.
Antes da sala, dentro da sala e entre uma cirurgia e outra. São três coisas diferentes, cobram responsáveis diferentes — e chegam à diretoria somadas num número só.
O OR Maestro separa as três: quem segurou o paciente com a sala já pronta, quanto a cirurgia passou do tempo que o agendamento pediu, e quanto do atraso de um caso veio do anterior. Enquanto isso é um número só, a conversa não tem para onde ir.
E quando esse número chega ao gestor semanas depois, digitado por quem não estava presente, já não serve para mudar nada. É frágil demais para sustentar uma conversa difícil com o corpo clínico: a reunião termina discutindo o dado, não o problema.
O bloco é o centro de custo mais caro do hospital. Horário concedido, escala e sala são decisões que pedem um número preciso — e assertivo o bastante para sustentar a conversa com quem opera.
A sala concedida e não usada tem custo, mas não tem linha própria na contabilidade. O prejuízo existe e só aparece quando alguém mede o dia.
Quando o indicador chega semanas depois do que aconteceu na sala, a decisão já foi tomada sem ele.
Um caminho só, sem digitação intermediária e sem consolidação manual. É isso que faz o número chegar no mesmo dia.
Um percentual sem origem não sustenta decisão nenhuma, e não deveria mesmo sustentar.
Início da primeira cirurgia no horário
Cobertura abaixo do combinado aparece com alerta, e o painel avisa antes de exibir qualquer conclusão. Cada linha desce até o registro de origem: quem lançou, quando e em que sala.
A coordenação muda o recorte e o painel responde na hora. Sem pedir extração, sem esperar o fechamento do mês.
Ocupação por sala · simulação com dados fictícios
Checklist preenchido em bloco no fim do dia cumpre a exigência e não protege ninguém.
Aqui o registro é feito na pausa, por quem estava presente, e fica selado depois de concluído. A mesma lógica vale para a notificação de intercorrência: cada uma nasce vinculada ao caso e segue um fluxo de análise com responsável. Notificar sem analisar é só burocracia.
Registro selado. Concluído por enfermagem, com horário do servidor. Correções geram nova versão e preservam o original.
A implantação começa com uma oficina junto à equipe, antes de qualquer tela. O checklist só protege quem entende o que ele está protegendo.
O que a literatura de segurança cirúrgica mostra sobre erro de lateralidade, retenção de corpo estranho e falha de comunicação em equipe. O checklist deixa de ser exigência da acreditação e passa a ter motivo.
A pausa funciona quando a equipe inteira para e alguém conduz em voz alta. Definimos com o serviço quem conduz cada momento, e o que fazer quando a resposta não vem.
A oficina fecha com o fluxo de tratativa: quem recebe a notificação, em quanto tempo, e como a equipe fica sabendo do que mudou depois.
Conduzida por médico com atuação em bloco cirúrgico, integra a implantação sem custo adicional.
Capturas do ambiente real, com dados de demonstração. É o que a coordenação abre no navegador, sem extração e sem pedido à TI.
A implantação é conduzida como mudança de rotina, não como instalação. Estas quatro entregas fazem parte da implantação.
Não é módulo adaptado de sistema administrativo.
O OR Maestro nasceu dentro de um centro cirúrgico, desenhado pelo médico que coordena o bloco, a central de material e a gestão de OPME de um hospital geral privado. Cada decisão de produto veio de um problema que alguém precisava resolver no mesmo dia.
Hoje está em operação diária nesse bloco, integrado ao prontuário eletrônico da instituição, e é mantido pela OR Maestro Software.
Conte o porte do bloco e o que hoje é mais difícil de enxergar. A resposta vem com uma leitura inicial, não com proposta comercial.
Ou escreva direto para comercial@ormaestro.com.br.